Conseguir um grande fundo monetário para auxiliar essas instituições
1- Ajudar as instituições e consequentemente as pessoas que lá frequentam
2- Quebrar estigmas presentes na sociedade em relação a esses indivíduos
Foi feito para ajudar pessoas da nossa comunidade que são frequentemente segregadas. Logo, a forma mais fácil, devido a atual pandemia, que encontramos foi auxiliar as instituições que atendem tais pessoas.
O projeto “Inclusão não é sobre dar visibilidade, é sobre mudar a forma como são vistas” teve como objetivo a inclusão de pessoas comumente segregadas e a obtenção de lucros para instituições que auxiliam tais pessoas.
1- Realização de um projeto de finanças para arrecadação de fundos;
2- Definição das instituições que receberão as doações;
3- Estabelecimento de contato com elas para saber o que era mais necessário, a fim de revertermos o dinheiro no que fosse de maior urgência, bem como a realização de um convite para a presença de alguns membros das instituições em um vídeo, com o objetivo de apresentar uma concepção diferente e não estereotipada das pessoas que frequentam ou vivem em tais locais.
4- Entrega das doações
5- Edição e postagem dos vídeos recebidos
Primeiramente, planejamos um subprojeto para a arrecadação de fundos para as doações, o “Cachorro-quente Delivery”, que foi realizado no dia 06/03, com a venda de cachorros-quentes e refrigerantes.
A seguir, definimos as instituições que receberiam as doações, sendo essas a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), o Centro de Apoio Psicossocial (CAPS), a Vila Vicentina- lar de longa permanência para idosos- e a Casa do Emannuel- que doa cerca de 200 marmitas por semana para vulnerábeis-socioeconômicos.
Após isso, estabelecemos como seria feito o vídeo: os membros da Apae responderiam as seguintes perguntas “ O que é amor?” e “ O que você faria para mudar o mundo”; os atendidos pelo CAPS responderiam “ O que você faria se hoje fosse o último dia da sua vida?” e os idosos da Vila Vicentina responderiam “ Qual conselho você daria para a atual juventude?”.
Em seguida, entramos em contato com as instituições que repassaram suas maiores necessidades no momento, e fizemos o convite de participação no vídeo. Duas das quatro aceitaram fazer parte, visto que, infelizmente, o CAPS e Casa do Emannuel preferiram não participar e, e realizamos a entrega.
Seguidamente, foram-nos enviados os vídeos com os membros. Esse foi editado e postado nas redes sociais do clube, Instagram e Facebook, no dia 18 de abril. O vídeo teve um foco mais humanizado, para mostrar que apesar das diferenças, somos, em parte, todos iguais, e, assim, tentar quebrar alguns estigmas presentes na sociedade.
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